Leia a história
Contexto
Betânia era um povoado perto de Jerusalém, onde viviam três irmãos — Marta, Maria e Lázaro —, uma família que Jesus amava. A essa altura, voltar à Judeia era perigoso, pois pessoas dali haviam tentado apedrejar Jesus pouco tempo antes. Para Marta e Maria, ele era ao mesmo tempo Senhor e amigo querido. Quando Lázaro adoeceu, a confiança delas em Jesus foi confrontada pelas realidades dolorosas do perigo, da demora, do luto e da morte.
História
As irmãs enviaram a Jesus uma mensagem simples: “Senhor, aquele a quem amas está doente.” Jesus disse que a doença não acabaria em morte. Em vez disso, revelaria a glória de Deus e glorificaria o Filho de Deus. Embora amasse Marta, Maria e Lázaro, Jesus permaneceu onde estava por mais dois dias.
Depois disso, Jesus disse aos discípulos que voltariam para a Judeia. Eles o lembraram de que pessoas dali haviam tentado apedrejá-lo pouco tempo antes. Jesus respondeu com a imagem de alguém caminhando à luz do dia: quem anda na luz consegue enxergar o caminho, enquanto quem anda na escuridão tropeça.
Em seguida, Jesus disse que o amigo deles, Lázaro, havia adormecido e que iria acordá-lo. Os discípulos pensaram que o sono comum ajudaria Lázaro a se recuperar. Por isso, Jesus lhes disse claramente que Lázaro estava morto. Para o bem deles, afirmou estar contente por não ter estado lá, para que cressem. Tomé respondeu: “Vamos também, para morrermos com ele.”
Quando Jesus chegou perto de Betânia, Lázaro já estava no sepulcro havia quatro dias. Muitas pessoas tinham ido consolar Marta e Maria. Ao saber que Jesus se aproximava, Marta foi ao encontro dele, enquanto Maria permaneceu em casa.
Marta disse a Jesus que, se ele estivesse ali, seu irmão não teria morrido. Mesmo naquele momento, porém, ela confiava que Deus daria a Jesus tudo o que ele pedisse. Jesus afirmou que Lázaro ressuscitaria. Marta entendeu que ele falava da ressurreição no último dia.
“Eu sou a ressurreição e a vida.”
Jesus disse que quem crê nele viverá, mesmo que morra, e que quem vive e crê nele nunca morrerá. Depois, perguntou a Marta se ela acreditava nisso. Marta respondeu que sim e declarou que ele era o Messias, o Filho de Deus, que veio ao mundo.
Marta voltou e disse baixinho a Maria que o Mestre havia chegado e a estava chamando. Maria se levantou depressa e foi ao encontro dele. Os que estavam de luto a seguiram, pensando que ela fosse chorar junto ao sepulcro.
Quando Maria chegou até Jesus, prostrou-se aos pés dele. Assim como Marta, disse que, se ele estivesse ali, Lázaro não teria morrido. Jesus viu que ela chorava e que as pessoas que a haviam seguido também choravam. Profundamente comovido e perturbado, perguntou onde haviam colocado Lázaro. Eles disseram: “Venha ver.”
Jesus chorou.
Alguns dos que viram isso falaram do grande amor que ele tinha por Lázaro. Outros se perguntaram por que aquele que havia aberto os olhos de um cego não impedira a morte de Lázaro.
Ainda profundamente comovido, Jesus foi até o sepulcro, uma gruta fechada por uma pedra. Mandou que retirassem a pedra. Marta alertou que, depois de quatro dias, já haveria mau cheiro. Jesus lembrou a ela que, se cresse, veria a glória de Deus.
A pedra foi retirada. Jesus olhou para o alto e agradeceu ao seu Pai por tê-lo ouvido. Falou em voz alta por causa das pessoas que estavam por perto, para que cressem que o Pai o havia enviado.
Depois, Jesus chamou em alta voz: “Lázaro, venha para fora!”
O homem que estivera morto saiu. Suas mãos e seus pés estavam enrolados em faixas de sepultamento, e outro pano cobria seu rosto. Jesus mandou que as pessoas tirassem as faixas e o deixassem ir.
O que aprendemos
- A demora de Jesus não significava que ele tivesse deixado de amar Marta, Maria e Lázaro; a história mostra lado a lado o amor dele e o momento em que agiu.
- Marta falou com sinceridade sobre sua perda, mas continuou confiando em Jesus e declarou que ele era o Messias e o Filho de Deus.
- A esperança da ressurreição está no próprio Jesus, e não apenas em um acontecimento futuro.
- Jesus chorou com os que estavam de luto. Sua autoridade sobre a morte veio acompanhada de compaixão verdadeira por quem sofria com a perda.
- Ao ressuscitar Lázaro, Jesus revelou a glória de Deus e chamou as testemunhas a crerem que o Pai o havia enviado.
Contexto da história
Betânia era um povoado perto de Jerusalém, onde viviam três irmãos Marta, Maria e Lázaro, uma família que Jesus amava. A essa altura, voltar à Judeia era perigoso, pois pessoas dali haviam tentado apedrejar Jesus pouco tempo antes. Para Marta e Maria, ele era ao mesmo tempo Senhor e amigo querido. Quando Lázaro adoeceu, a confiança delas em Jesus foi confrontada pelas realidades dolorosas do perigo, da demora, do luto e da morte. As irmãs enviaram a Jesus uma mensagem simples: Senhor, aquele a quem amas está doente. Jesus disse que a doença não acabaria em morte. Em vez disso, revelaria a glória de Deus e glorificaria o Filho de Deus.
Pessoas na história
- Jesus — Conversa sobre ressurreição, chora com os enlutados e chama Lázaro para fora do túmulo.
- Marta — Encontra Jesus e confessa sua esperança na ressurreição e na vida.
- Maria — Chora diante de Jesus e o conduz ao lugar onde Lázaro foi sepultado.
- Lázaro — Sai do túmulo ainda envolto em faixas quando Jesus o chama.
- Pessoas enlutadas — Acompanham Maria no luto e testemunham o choro e o sinal de Jesus.
Temas para observar
A vida diante da morte
Jesus chama Lázaro para fora do túmulo e se apresenta como ressurreição e vida.
Luto acompanhado
O choro de Jesus e das pessoas mostra que a esperança não elimina a dor.
Fé em meio à espera
Marta e Maria encontram Jesus depois de uma demora que parecia aumentar a perda.
Perguntas para reflexão
- Como a conversa de Marta com Jesus prepara a cena em que Lázaro sai do túmulo?
- O que o choro de Jesus junto a Maria e aos enlutados mostra sobre esperança e luto?
- Que pergunta este episódio levanta para quem precisa esperar antes de ver uma resposta?
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Permita que esta cena sustente uma reflexão honesta sobre perda, espera e esperança.



